Depoimentos
Adulto (sexo masculino)
Procurei a Dra. Nazareth para fazer coaching há seis meses depois da indicação de um amigo que foi atendido por ela e fez ótimas recomendações pois fez o tratamento com ela há um ano e tem obtido ótimos resultados.Trabalho com mercado financeiro e estava adoecendo. Tinha vários sintomas de pânico, depressão e outros que nem mesmo me dava conta e isto estava interferindo diretamente em meu trabalho e na minha vida pessoal.Estava amargo, mal humorado, estressado, nem eu mesmo me agüentava mais. Só fazia trabalhar, mas tudo o que eu fazia não era o suficiente para me dar tranquilidade, parecia que estava perdendo minha competência e já via a hora de perder meu cargo para uma pessoa que eu mesmo havia treinado.Agora estou mais confiante, os sintomas diminuíram e estou mais feliz e também sinto que estou fazendo as pessoas ao meu redor mais felizes.Aprendi a conciliar trabalho e diversão sem me sentir ameaçado por isto.Acredito hoje que este trabalho eu faço com a Dra. Nazareth pode ajudar a qualquer pessoa que deseja aprender a aproveitar melhor sua capacidade, a adquirir maior competência, a desenvolver um relacionamento interpessoal convivendo melhor com as pessoas com quem trabalha, com as que ama e principalmente consigo mesmo.Venci um preconceito sobre este tipo de atendimento e percebi que a auto-suficiência é burra. Que o fato de receber informação e atendimento de uma pessoa especializada nesta área não quer dizer que não sou um executivo competente, pelo contrário, mostra que sou uma pessoa flexível e que estou zelando por minha saúde física e mental.
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ADULTO
JOVEM (Sexo Feminino):
PRIMEIRA PARTE
Quando de repente surgiu a hipótese de eu fazer análise, minha mãe achou um
absurdo e disse: - Gastar dinheiro com isso??? Eu vou ser a sua analista, você
não precisa me pagar e eu vou te escutar sempre.
Relutei e como sempre insisti na minha vontade. Marquei a consulta mas não
anotei em lugar algum o dia e a hora, liguei mais umas duas vezes para
confirmar.
Quando chegou o dia estava ansiosa e imagina uma psicóloga toda de branco com
uma cara estranha.
Confesso q sempre tive preconceito com psicólogos e psiquiatras, achava que
todos fosse loucos.
Ao entrar no consultório e deparei com uma mulher linda, bem arrumada( não
estava de branco), simpática era a própria psicóloga NAZARETH RIBEIRO.
Confesso que quando ela me perguntou o motivo de eu ter procurado ir a consulta
não me contive a não ser chorar, chorar, chorar.
SEGUNDA PARTE
Na sessão falei poucas coisas, disse q estava um martírio eu concluir a minha
faculdade (Direito), a qual não estava satisfeita, que fazia estágio em um
escritório o qual recebia uma quantia pífia, todos os planos q eu tinham eu não
colocava em prática ou quando colocava não concluía, sempre iniciava, mas ficava
sempre pela metade, nunca acabava.
Enfim, estava perdida, não sabia nem por onde começava para dar algum rumo em
minha vida.
Logo, tive êxito em algumas coisas. Mais animada, adquiri imediatamente uma
agenda a qual eu anotava sempre os meus compromissos, inclusive o dia do análise
e a hora, não foi mais preciso ligar para confirmar o dia e horário como da
primeira vez.
Fiquei entusiasmada com a faculdade, para concluir logo essa etapa em minha
vida.
Minha mãe que no início achava supérfluo, pelo contrário passou a acreditar que
fazia efeito e sempre dando força para nunca faltar, e sempre me apoiando.
TERCEIRA PARTE
Finalizei a minha faculdade, e logo fiz a prova da OAB/RJ, a qual passei de
primeira vez, como isso fez com que a minha auto estima aumentasse e hoje eu
poderia dizer sou uma advogada.
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-ADULTO
JOVEM(sexo masculino):
Quando comecei a terapia eu estava com 19 anos,fumando muita maconha e começando
a experimentar a cocaína e foi por isto que achei que não podia continuar
daquele jeito.
Brigava muito em casa,ninguém me agüentava,acha que nem eu mesmo me agüentava.
Eu não tinha conseguido terminar o segundo grau nem o curso de espanhol.Aliás,
eu não conseguia terminar nada que começava,até os namoros não iam adiante.
Pensei que a terapia fosse uma chatice,alguém me criticando e dizendo o que eu
tinha que fazer.Mas não foi assim.A Nazareth me ouvia,me entendia e a terapia
começou a me ajudar, até que um dia ela falou sobre o DDA e tudo se clareou para
mim.
Junto com as conversas ela me deu umas dicas que me ajudavam a terminar o que eu
queria fazer,fazia uns joguinhos no consultório e em casa e anotava o tempo.
A Nazareth me indicou um médico e comecei a tomar a ritalina.Eu parecia outra
pessoa.Ela me perguntou se eu não queria voltar a estudar e eu tinha medo de
começar de novo e não conseguir e acabei voltando também para o espanhol.
Terminei o curso primeiro e foi uma vitória e depois conclui meu segundo grau.E
aí não sabia mais o que fazer porque achava que não seria bom em nada,nem sabia
o que escolher.Minha terapeuta tirou mais uma carta da manga e fez uma
Orientação Vocacional comigo.Fiz o vestibular,passei e estou quase terminando a
faculdade de comunicação.
Há muito tempo resolvi parar de tomar a ritalina e ficar só com a terapia,pode
ser besteira,
sei que eu poderia fazer mais coisas com ela mas a terapia já me ajuda bastante,ta
legal.
Ah, demorei para começar a escrever este depoimento mas agora vejo que é bem
legal fazer esta retrospectiva,devo ter esquecido de muitas coisas mas posso
escrever outro depois.
Ainda esqueço algumas coisas,mas uso a agenda,faço as coisas na hora que
lembro,anoto os compromissos no celular e no outlook,dentre outras coisas(dicas
da Nazareth) .
Estou com a auto-estima lá em cima e estou até com namorada já há dois anos.
Estou bem e espero poder com este depoimento ajudar alguém que as mesmas
dificuldades que tenho.
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-ADULTO JOVEM(sexo
masculino):
A terapia me ajudou em muita coisa, principalmente
num maior amadurecimento para enfrentar situações que à época eram ainda mais
paralisantes; mas eu reconheço que achava que seria mais fácil e mais curto o
processo. Diversas vezes me peguei tendo dúvidas, característica marcante em um
DDA, se estava valendo a pena mergulhar tão intensamente em mim; mas nunca
pensei seriamente em desistir e apesar de todo sofrimento e de alguma crítica
(sou muito crítico) não me arrependo nem um pouco da minha escolha; tanto de
continuar, como de com quem continuar. Esse sentimento cresceu muito quando
aceitei e mais ainda acertei com um medicamento que me possibilitou a calma
necessária para escutar o que a Nazareth me falava. Cheguei a um ponto de
melhorando uma comorbidade ( a ansiedade ) perceber que de fato algo estava
faltando e esse algo era a tão famigerada certeza de ser DDA. Minha ansiedade
diminuiu bastante, principalmente a social (o que mais me afligia); tomando
Lexapro a forma de pensamento ruminante, paranóico e cíclico diminuiu bastante,
mas algumas coisas que hoje tenho certeza, esperança – e frustração de não ter
sabido antes – que se enquadram num modo de ser DDA não sofreram grandes
alterações nesse processo de Terapia, sem a medicação adequada.
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-13 ANOS(sexo
masculino):
Com a terapia eu andei lendo com mais atenção os enunciados
das provas,coisa que eu não fazia.Minhas notas aumentaram,comecei a me dedicar
mais e em casa o convívio com meus pais mudou para melhor,pois não tem quase
mais brigas em relação a estudos e etc...
Na terapia nós conversamos sobre toda minha vida particular e com isso sou
ajudado nas minhas dificuldades.
Ao saber que tenho DDA minha mãe,eu e meu pai ficamos surpresos,pois nem
sabíamos que isto existia e a partir disso comecei tratamento com uma pessoa
especialista com este trabalho e hoje me sinto mais seguro!
Meu objetivo agora é passar de ano sem ficar em recuperação e com estas notas
que estou tirando agora vou conseguir.
(Este texto foi transferido para este espaço da maneira exata que o cliente
escreveu).